Número 23
a filosofia como voz e
expressão do absoluto
Boletim de Ideias Filosóficas
Editorial
Dada a emergência do momento, vamos lançar este número do
boletim com os textos ainda sem estarem completamente editados e sem a sua estrutura
ainda não estar totalmente definida.
Revista Opúsculos
“Opúsculos
sobre o Fim de Um Mundo”, revista não oficial de poesia, filosofia e religião, lançada
em 2007 com a divisa, “esta é a minha verdade conta-me a tua” (desde o número
11 referenciada como “Boletim de Ideias Filosóficas”).
Ilustrada com quadros dos mestres, quadros de novos artistas, promessas
desconhecidas, serigrafias, poesias, breves e profundas orações (só nos
primeiros números consegui colocar as ilustrações).
Nos primeiros números, pequenos contos, textos, explorando ideias da
filosofia. Outros números, foram trabalhos para determinada cadeira e que acho
que tem validade como tijolo na construção e sistematização de uma tese geral.
Revista feita por alunos e estudantes de filosofia, nas suas páginas, os
textos preliminares dos pretendentes na descoberta e edificação de um pensar
próprio, revista dos audazes aprendizes na disciplina de arquitetura da mente.
A revista não quer ser algo pomposo, nem se quer afirmar como detentora de
qualquer verdade. Sustem-se na ideia aristotélica de arte na
"Poética" aplicada à filosofia (acho que uma certa maneira foi o que
Kant fez da filosofia, após o esclarecimento (na "Crítica da Razão Pura”),
do que era ciência e de que a filosofia não o podia ser).
contém:
Ideia ontológica
As ideias da física a partir da sua abordagem primordialmente
temporal, complemento à visão clássica (Newton, Einstein, Bohr) primordialmente
espacial. Espaço na escala do tempo newtoniano, espaço na escala de tempo da
teoria da relatividade, e espaço à luz da física quântica. Tempo, visto na
escala do tempo humano, tempo visto na escala do tempo imortal do espírito e da
alma, e tempo na escala do tempo intemporal, a escala da eternidade.
Os primeiros grandes navegadores do atlântico norte. Os
primeiros grandes navegadores do atlântico. Para lá da realidade do mar Mediterrâneo
da antiguidade, o grande oceano, como o grande céu que temos hoje perante os
nossos olhos. Para eles, naqueles tempos, o grande oceano Atlântico, um grande desconhecido,
um grande monstro com uma barriga sem fundo que tudo engolia, um grande abismo insondável,
incompreensível, imapeável, imenso, para lá das capacidades de 1300 ac.
Depois vieram novos navegadores com novos instrumentos e novas leituras das estrelas. Aqueles audazes navegadores tudo alcançaram. Na singeleza e nobreza do seu gesto deram novos mundos ao mundo. Levaram-nos onde nunca tínhamos sonhado ir sem ser em pesadelos de medo, onde nos deslocávamos até ao fim do mundo, e caiamos por ele abaixo, deram-nos o grande hemisfério sul, um outro universo se abriu para os humanos daquele tempo.
[EDITADO]
PARTES
1) A física (temporal) em 3 grandes escalas
3 físicas temporais - Escala tempo humano, escala tempo
espírito, escala tempo das eras cósmicas.
3 físicas espaciais - Newton, Einstein, Bohr.
#
2) As alternativas criam possibilidades que se válidas criam
dimensões alternativas
sempre que há uma possibilidade válida de escolha, um
universo alternativo ganha realidade.
o cunhar da linha vertical
a infinidade das alternativas nas linhas horizontais.
qq válido – será efetivado – cunhado / efetivado num dos
universos (dimensões)
3) O Dragão do imediato
a multiplicidade de alternativas
as relações dialéticas – os binários, os ternários
4) A dialética do Chi eterno (como migalha, como centelhado
divino) com o ser finito.
5) Simultânea disponibilidade de diversas dimensões, que se efetivam
como realidade ou não, dependendo das escolhas que fazemos.
Visão estratégica alternativa
Perante 2 mundos, perante as duas alternativas trágicas do
presente, porque não uma utopia? Não tem de ser apenas branco ou negro, não
temos de ser apenas binários. Se assim formos, desperdiçamos o melhor de nós, a
vocação trimurti, a vocação para o processual, para a dialética.
As coisas são o que são numa perspetiva (o é de Parménides),
mas noutra, certas coisas estão sujeitas à mudança, as unidades processuais vão
se transformando e mudando a sua identidade, são este, mas no desenrolar do
processo, mais à frente já são aquele.
O novo irromper do absoluto. Não se pode
calar a boca do vulcão.
Desde o seu desvanecimento /
adormecimento. E os duzentos anos em que ficou ao largo, a ver o desenlace da
ação humana, que se assumiu como madura e capaz de se levar por si própria. Não
se pode calar a boca do vulcão – irrompe, encontra caminho
As utopias, como possibilidades, fracas, mas reais. As
utopias que tem por base alternativas com validade acabam por se confirmar.
Sejam as suas percentagens de possibilidade fortes ou fracas. Os acontecimentos
e as escolhas individuais condicionam as percentagens de possibilidade das
utopias, de fracas para fortes, e de fortes para fracas.
Uma grande ideia, mesmo com baixa probabilidade, para se
revelar na sua plenitude e se concretizar muitas vezes só precisa de um
rastilho inicial, de uma faísca que desponta toda sua explosão.
A dialética eterno-humano (espirito-corpo).
É ali que a dor é mais intensa, no amago do sentir
humano, na alma do ser, incompreendida, por explicar, enigmática, determinante
sobre as nossas vidas, imensa força quando surge na versão “canhão do norte da
Nazaré”, uma onda que transforma tudo,
um “Big Wednesday”, uma onda que no seu conceito universal é uma onda igual a
todas outras, mas única na sua ligação a
uma sensibilidade autónoma, indefinida por enquanto, sem saber o que cada offspring
pode alcançar numa vida, desde um homem que
se perde, até a glória de ser avatar do estado divino. Temos abertura na nossa
potencialidade, temos um leque de escolhas e caminhos que nos levam para vidas
com significado. Cada ser humano pode ser, desde o mais anonimo dos cidadãos,
até ao majestoso cavaleiro que cavalga por si próprio. Num corpo humano se dá
uma das maiores explosões cósmicas, quando o humano se funde com o divino.
Num corpo humano, e nas azas do vento imortal como
energia pura do mundo, as ligações ao chi eterno e as fronteiras da física de
três escalas. Escala humana, escala dos espíritos imortais, escala das eras
cósmicas – escalas espaciais. As físicas, de Newton, da relatividade e a
quântica. Também uma ordenação física com 3 escalas.
É este o resultado da dialética entre um ser humano
único, que no início é só um leque imenso de possibilidades e de sonhos, mas
que pode apreender a construção dos objetivos mentais, as pequenas ideias, os
raciocínios, os encadeamentos de ideias, os edifícios, a ordem constitutiva de
um infinito encadear de puzzles que completam pequenas partes de um todo com
várias divisões, com salões imensos onde se encontram as ideias que precisam
(procuram) par. Com o par tudo se
inicia, sem o par (como no absoluto abstrato inicial em Hegel) o mundo não
tinha sido possível.
Tudo o que se torna alguma coisa, ganha razão,
justificação, porque não apenas é uma realidade binaria. A realidade binária é
o suporte vertebral, (esquelético) toda a realidade.
Sem binário, não havia o um, e sem o um (“"La
Palice”), nunca o dois, nunca o mundo. A construção da realidade, quando
processual, tem uma base dialética.
(Quando se fala de algo não processual, a base é
binária. Quando se quer instituir uma realidade processual, tem de se trabalhar
numa base é ternária).
Binário – 1
Mas como ideias isoladas à procura de par, nada há
mais sem confronto, sem a oposição ou a cooperação, sem um toque de algo que é
outro. Dialética de oposição, dialética de conjunção, dialética ternária,
dialética quaternária.
O um sem o 2 é estéril.
O 2 é o início de todas as dialéticas, de tudo o que é
processual. Estas são as peças lego de toda a realidade. A dialética é o
sistema funcional ativo de todas as coisas e de todos os trajetos. Manifesta-se no mundo físico pelo dna, no
pensamento, pela ordem nas construções e na maneira como estas tem de se
estruturar para se efetivarem, concluírem. A dialética é a estrutura que
permite a práxis das coisas nos processos de desenvolvimento. Na estrutura do
real o um (binário) é a realidade primária. Nos processos de desenvolvimento, a
dialética é a realidade primária, estrutural.
Os trajetos são a última construção, e o ser faz-se
humano adulto, depois de ter aprendido montar ideias e sonhos quando criança.
Agora as construções são coisas sérias, já não há
tempo para miragens nem ilusões.
Construímos trajetos para o amanhã, passamos o tempo a
inventar e a construir o futuro.
O ser espiritual Eterno, como Deus, é como o é de
Parménides.
Esse Deus não espera nada, não aspira a nada, pois já
é tudo.
Mas a simbiose da manifestação desse Deus como
espírito santo (chi puro) com cada um de nós, como seres individuais únicos, que
só não são ainda a luz de todas as coisas porque somos ainda infantis e
imaturos. Para podermos aceder aqueles estados temos de seguir a ética do nosso
coração puro, única e incorruptível, mas que perde força porque não nos
conseguimos assumir sem mentiras, sem estímulos, sem subterfúgios que mascaram
a realidade.
Só quando formos nós próprios, aquilo para onde
apontam as nossas potencialidades mais vincadas, quando conseguirmos realizar
em pleno o nosso potencial, seremos aquilo para o qual fomos criados, uma das
faces da trimurti, uma das faces da imortalidade e da eternidade. (Seres à
imagem e semelhança do criador).
- Durante 35 anos juntos estivemos
juntos em part time, enquanto o humano em nós usava a maior parte do seu tempo
a trabalhar para pagar as contas. - Voz do absoluto em mim.
Nas quadrigas dos deuses, nas naves dos
deuses – (tem-se acesso à memória do dragão do imediato, o guardião do
conhecimento de todas as possibilidades e de todas as alternativas coordenadas
de todas as combinações / maneiras possíveis) - veem-se todas as possibilidades
com positiva possibilidade de se tornarem realidade. Estabelece-se a o percentual
de possibilidade para cada uma das alternativas.
Os indicados estados de espírito, difundidos em
coletividades humanas conjuntas, É o que na verdade opera a transformação da
progressão do real físico, material, natural.
A realidade espiritual é intemporal, mas age,
conecta-se com seres de existência passageira, longa no sofrimento, breve em felicidade,
como se o próprio tempo nos castigasse, aos bons tempos não damos por eles
passarem, os tormentos, em cada segundo, uma eternidade.
Os indicados estados de espírito, na invenção/criação
infinita que constroem o ser, que em certo aspeto é Tudo, é o absoluto. O
humano escolhe a sua conexão, consciente ou não com o chi. O chi é um
caleidoscópio de faces infinitas, pensamentos, personas, personagens e atos
diversos, estados de espírito. Diferentes peças de lego combinadas entre si nos
permitem construir tanto edifícios estáticos como veículos dinâmicos.
Se tivéssemos continuado apenas como
conservadores (uma das três forças primordiais) não teríamos saído das cavernas
e continuaríamos a ver a arte como rabiscos nas paredes. Não apenas
conservador, trimurti, a frente de ataque no conhecimento, ciência, filosofia e
religião.
Como Jesus se purificou e se preparou pelo batismo para
receber em si Cristo, o espírito santo que se fez carne. Voltaste também tu à fonte
do rio sagrado, para banhares nele a tua alma imaculada, o teu coração puro e o
teu espírito celeste.
[POR EDITAR]
ONTOLOGIA
Onde se encontra o seu íntimo essencial, a sua espinha como a
sua coluna basilar? (Assim como na construção de qualquer organismo físico
animal).
A estrutura, a coluna interna que suporta depois toda a
construção carnal, como tudo o que é singularidade, individualidade, na sua
escala própria de perceção.
Naquele patamar tudo o que é, é o, porque tem esquema
interior, que suporta o romper de toda a
diversidade, que se forma e se acaba por harmonizar num corpo com essência e
complementos.
Tudo o que é, é constituído. Até uma dissertação científica
tem um esqueleto interno. Podemos postular assim, a primeira pedra na
construção, para além da ideia em abstração. Uma estrutura. (como na música pop
e no rock, um baixo e uma bateria suporta o irromper de magníficas guitarras e de
vozes e canções) Primeira grandeza da construção dos organismos
singulares. O circulo, o binário, o
esqueleto, o suporte.
O esqueleto, o
suporte.
À estrutura, chamemos lhe assim, na explicação 245, ou outro
número hipotético que registe a explicação da constituição do ser temos:
A - estrutura interna / o é de Parménides, a estrutura
binária.
B - complemento da carne, do que não está presente no A (o
ser de Parménides ou da abstração inicial em Hegel) mas que faz parte da
essência trimúrti de tudo o que existe.
O outro de si próprio, a alavanca contrária ou complementar
que desponta o processo, da dialética, que pode ser de contrários, mas também
pode ser de complementares.
C- realidade dialética.
lei postulada - A dialética, DNA, são
o esqueleto da realidade física, e de todas as realidades processuais deste
mundo. A dialética é a estrutura essencial de toda a construção processual.
ONTOLOGIA
A realidade física é constituída por elementos binários, de
suporte, como um chão, um lugar, (o espaço?) para a existência ter lugar. Mas a
realidade é outra coisa muito, muito mais para além do seu suporte estrutural.
A realidade é o que é, mais definida pelo lado do que está para lá da estrutura
base, as nossas realidades e identidades não são os nossos ossos. As nossas
realidades são as nossas caras e as pessoas que somos em momentos e
circunstâncias diversas.
A voz do absoluto fala, tem de falar, ontem falou ele, hoje
falo eu, amanhã um outro falará, a voz do absoluto não pode é ficar calada.
ONTO
Mesmo que não a consigamos ver claro, perde toda a validade
qualquer tentativa de negação da incomensurável verdade una.
ONTO
Talvez num dos caminhos hipotéticos, numa das outras
dimensões, que representam as alternativas possíveis, seja o que vai prevalecer
no cunho do tempo. Quando acontece, seja aqui, seja lá, é nascida, foi tornada
unidade de facto, cunhada. Uma célula temporal pode ser replicada ao infinito.
Qualquer momento temporal pode ser replicado ao infinito, basta que se
considere perante ele uma alternativa. E quantas mais alternativas, mais
dimensões e universos possíveis.
As possibilidades viáveis criam unidades universais
autónomas, que são comumente designadas por dimensões num cenário de
multiverso.
Após ser cunhado é circunstancial, constituído por certos
soberbos momentos, condições, que selam pela abertura das conjeturas quânticas
sobre o real, o imaginário e o horizonte infinito da possibilidade. A quântica
real de facto, a quântica que se inventa a si própria, e inventa nesse momento
a própria realidade, a quântica da possibilidade infinita. A quântica como a
criação nano do futuro. A quântica do circulo, do ciclo fechado em dualidade
inseparável.
A trave basilar, a coluna de Hércules que sustenta tudo isto,
o é de Parménides. De alguma maneira qualquer entidade tem de ser. Um poema
feito de palavras, ou uma obra cheia de ideias, de um corpo físico composto num
cocktail de estruturas e órgãos, de software e hardware.
Suposição idealista - taxa percentagem
testar a sua possibilidade
as possibilidades, as situações, o jogo entre a alternativa e
a possibilidade. Pergunta inicial: possível / impossível
se possível, analisar percentagem de possibilidade
rejeita as suposições sem possibilidade
dentro dos possíveis
assim, determina a sua força, identifica os seus objetos e
estabelece a sua validade.
Filosofia do Uno, dessa unidade geral, dessa parcela
absoluta, que envolve o espaço e o tempo numa singularidade geral.
Temos os unos particulares, desde a monada de Leibniz até a
unidade humana de cada um de nós, e temos a unidade geral de todo visto como um
só.
1 passo
A construção da possibilidade, de uma possibilidade válida,
com percentagem válida, percentagem maior ou menor, grande ou reduzida, mas
possível, verosímil, não é assim, mas poderia ser. Íntima ou grande, a
possibilidade de si próprio, pelo valor relativo das perspetivas.
Como é que se é o absoluto sem perder a ligação ao ser físico
particular que somos? Ao ser individual, único, natural que cada um de nós é? O
problema do idealismo alemão que ficou por resolver. Como ser ao mesmo tempo o
absoluto de alma e espírito imortais e o
sensível particular que cada um de nós é?
ONTOLOGIA
Filme Superman - Todos clones de um cordex atualizado. Uma
alma comum, que se ia atualizando, e da qual, todos os futuros offsprings
tiravam o molde.
Atualizar o nosso cardex. – Uma alma comum, o oceano das
almas, de onde todos viemos e ao qual todos vamos regressar. – Cada vida, cada
contributo vai enriquecer a grande alma comum.
Dialética
O esquema motor de todos os processos naturais
Ontologia
Se altamente improvável, mas ainda com uma percentagem mínima
de possibilidade, alternativa válida.
Enquanto não é do meu conhecimento - meu desconhecido
ONTOLOGIA
É absoluta porque qualquer parte está conectada / um
lugar, uma peça, num todo geral. Tudo tem um significado e é integrado num todo
do qual faz parte. Tudo é uma parte de.
ONTOLOGIA
Os extremos tocam-se, a
diversidade está no meio.
A diferença entre o xaman
(cultura indígena) e o consumidor de substancias para recreação é que o
consumidor fá-lo para evasão aleatória, enquanto que o xaman, fá-lo para ter as
visões que salvam a tribo.
ONTOLOGIA / FISICA
11-09-2025 As 3 grandes
escalas da Física.
Cada era cósmica é feita das
civilizações que as compõem e do patamar de evolução que essas civilizações
conseguem alcançar.
Nível 1 - a vida humana
N_2 a escala da vida das almas
e dos espíritos que se prolongam e continuam na existência para lá do ser
humano.
3 as grandes eras cósmicas,
avançando quando se atingem determinados quadros em termos de evolução
civilizacional, quadros construídos com edifícios diversos, ordenados,
conjugados, conseguem fazer cumprir determinado algoritmo que faz despontar e
avançar o movimento evolucional.
Os bidons que é necessário
encher para que determinada receita possa ser posta em execução e efetivada em
termos práticos, para que se possa avançar para o nível seguinte.
Os blocos dos edifícios, do
preenchimento da condições (algoritmos), das ordenações sequenciais
determinadas para a sua finalidade.
Algoritmos construídos a
partir de uma infinidade de singularidades, que se conjugam, se transformam na
sua interação mútua.
A dialética é a estrutura
essencial, o esquema basilar de construção em toda a realidade. O 1 é uno em
si. Mas sem a interação com o outro, é estéril.
TEORIA
DA ESPIRITUALIDADE
Pensar em
Deus – religião
Estar com
deus – com a divindade, no estado de divindade, estar em deus.
Consequências?
Querer
estar com deus no espaço profano – inconsequente em termos de permanência. –
até se pode chegar lá, mas é difícil permanecer.
Pouca,
fraca consequência.
Estar em
deus (divino) no espaço adequado (sagrado), algo que não tem comparação com
nada do resto que não isso.
ONTOLOGIA
O impasse do absoluto. Cada um
fala por si, e ninguém fala pelo absoluto.
“A sociedade do cansaço”.
Viveu-se um cisma, uma
hibernação do absoluto, um ficar a observar o que os humanos emancipados iam
fazer. E fizemos o que fizemos, muita coisa boa, mas falhamos na educação das
massas, e agora, como um comboio que ficou sem carris para continuar, estamos
perante um quadro onde o povo não se sabe governar nem escolher os que melhor
nos governam; onde nos queixamos de não termos bons líderes, mas também não os
conseguimos formar.
A dialética dos espíritos
imortais.
Analisada segundo 3 objetivos
temporais – de ver o tempo – (escalas?)
Medidor, algoritmo de analise,
perspetiva.
O passar do tempo humano,
dias, anos, décadas.
O tempo dos espíritos
imortais: seculos, civilizações,
Tempo das eras cósmicas –
achivments – conquistas, níveis de alta evolução nas determinadas civilizações
cósmicas. Os avanços das almas e dos espíritos determinam o avanço das eras
cósmicas.
O tempo das eras e dos
momentos cósmicos.
As grandes arvores cósmicas,
que persistem para lá dos espíritos e das almas imortais.
O tempo de Deus, os seus sete
dias, dias cósmicos, ainda decorre o sexto dia. – teoria, hipótese, tese,
alternativa, possibilidade.
Eras
cósmicas representativas.
Entidades
espirituais representativas
Os
universais de Aristóteles.
A ética da Escola de lisboa,
Fabula ou realidade, ficção ou
força plena de toda a realidade num todo, que não pode ficar calado. Não
matamos deus, estava na expectativa ou em hibernação, a ver como nos
orientávamos sozinhos. Mas não se pode calar por muito tempo a boca do vulcão. Temos
um sistema geral (ética, ontologia, física, teoria da politica, …) na ideia, em
manuscrito.
Não se pode calar a boca do
vulcão, o absoluto encontrou outro caminho, sempre se expressou como energia
(para a ciência), como a divindade, como o divino, o chi que nos rodeia, que
está em nós e em todas as coisas. Foram essas energias que permitiram a Jesus
tornou-se o Cristo, que permitiram os avatares do hinduísmo, as encarnações dos
deuses, os iluminados, os sábios iniciais do taoismo. Mito ou realidade?
Fantasia ou forças cósmicas?
Jesus teve de ser batizado,
purificado, antes que pudesse receber em si as energias cósmicas na sua
plenitude, o espírito santo, a energia chi pura em pleno.
O divino está sempre connosco,
mas só os puros de coração, os de elevado espírito podem aceder à encarnação do
espírito.
Para receber em si a luz das
luzes tem de se cumprir um determinado código ético.
Só se é digno do espírito, se
o nosso coração estiver puro. Só somos dignos de aceder ao divino se nos
elevarmos no espírito sem corromper o coração puro.
TEORIA ESPIRITUAL
Entidade – humano mortal
Divino – imortal
Em cada um de nós, uma
migalha, uma semente de divino, que se pode tornar plena em nós.
A purificação de jesus, para
poder aceitar em si o cristo.
O extremo centro.
As ideologias carcomidas.
As duas grandes opções
politicas dos dias de hoje.
O humano cristo, a natureza
crista
Os 12 apóstolos,
O batismo como método /
condição
Para aceitar p espirito santo.
Purificar o recetáculo.
Para que o espirito santo
possa entrar.
O ser único
O infinito – uno
O finito – único.
ONTOLOGIA
26-08-2025 as escalas de
observação e interpretação do real.
All physics
Identificam a realidade e a
identidade das coisas (naquela dimensão).
Graus de manifestação do tempo
O tempo humano – 1ª escala
O tempo das árvores, dos
espíritos e almas imortais – 2ª escala
O tempo das eras cósmicas – 3ª
escala
Grau, grau + 1, grau + 2, …
27-08-2025
Os esquemas elementares do
universo físico.
Cunhar cada momento para ser
distinto das outras possibilidades.
Aconteceu porque foi cunhado
na linha do tempo.
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
º possibilidades em linha
horizontal, num processo de desenvolvimento vertical.
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
º determinadas escolhas, cunham a linha do
tempo (das possibilidades em linha
horizontal, que se apresentam em cada momento da linha vertical de
desenvolvimento) fizeram um percurso vertical.
º cunhados, manifestou-se, aconteceu de facto
na realidade físico biológica.
Cunhado, já aconteceu, foi
feito, o que foi cunhado já não pode ser desfeito.
Diferença entre possibilidades
cunhadas, fechadas, e possibilidades puras.
Opções, escolhas, decisões,
Uma decisão é uma escolha de
determinado caminho, uma escolha nunca vem apenas isolada em si, acarreta um
before e um after.
Um padrão de decisões, numa
consequência continua, formam-se identidades, caminhos definidos, ou não,
sendas.
ONTOLOGIA –
Sistemas de construção
Uma frase não faz um livro,
mas um encadeamento de ideias e identidades numa construção gramatical, fazem
os livros que se quiserem fazer.
Distinção fundamental.
Legos, peças singulares,
Legos, construções, com peças
diversas.
Macro legos
O significado do cruzamento de
tantas entidades
Logos construídas
As cidades do mundo num
conjunto global
Qual o seu significado
coletivo.
08-2025 A voz do absoluto.
O motor do mundo desafinado
A afinação
ONTOLOGIA / FISICA
08-2025 - 3 escalas, gradações
do tempo
O universo – camara
frigorifica?
+ as estrelas e energias que
se conseguem manter de si.
Supostamente os ambientes
deveriam ser neutros, se o universo é uma camara frigorifica
A realidade das cordas de
infinitas possibilidades (dimensões)
Acontece aqui
º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
poderia ser aqui º ou
aqui º
º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
O dragão do imediato – ser com
visão eterna – contempla passado, presente e futuro (todas as alternativas e
todas as suas ordenações /coordenações possíveis)
Fez
todas as equações, comtempla todas as possibilidades e todos os seus possíveis
cruzamentos
FISICA /
4-09-2025 os trilhos viáveis
seguem caminho, os inviáveis anulam-se, aniquilam-se a si próprios.
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
º
-percurso, caminho, identidade evolutiva. Linha do tempo (cunhados, aconteceram
de facto).
As escolhas do individuo
cunham a sua identidade e os passos efetivos no real sensível. O cunhado não
pode ser desfeito.
-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º
Infinitas possibilidades,
alternativas dimensões.
As outras possibilidades
surgem depois de qq momento onde se cunha uma escolha. Ao escolher A, abre-se
uma corda com possibilidades várias no momento subsequente. Cada escolha entre
várias possibilidades, abre um degrau seguinte com outro leque de escolhas
possíveis.
Cunhar determinado passo, abre
um horizonte de possibilidades e não possibilidades.
Há uma distinção fundamental
entre as possibilidades com viabilidade (mesmo que seja de apenas 1%), e as
possibilidades sem validade efetiva, chamadas fantasias, pura imaginação,
possibilidades impossíveis.
As possibilidades, desde que
consigam para si uma probabilidade baixa, vão sempre acontecer. Qualquer
possibilidade válida, mesmo válida numa probabilidade baixa, vai sempre
acontecer, seja aqui, seja numa das outras dimensões definidas por escolhas
diferentes.
Já aconteceu na visão que
passado, presente e futuro se fundem na eternidade.
O que importa é haver,
encontrar-se, descobrir-se uma possibilidade, uma posição, uma alternativa
válida, seja com probabilidade a 50%, a 80%, seja a 1%.
Depois há o facto de os
valores percentuais da probabilidade poderem variar e irem variando conforme as
escolhas e opções de cada um, irem variando conforme os passos que vão sendo
cunhados nas diversas realidades efetivas.
Neste mundo, inventamos a
possibilidade da Escola de Lisboa. Se calhar este mundo não subsistirá e o ser
humano acabará por se destruir e destruir tudo o resto. Neste mundo, nessa
possibilidade da LIS, inventou-se a
probabilidade de outros mundos, de outras dimensões, que se distinguem desta
pelas escolhas diferentes (que se foram fazendo) e próprias que caraterizam
cada uma delas.
Neste mundo inventou-se a
possibilidade que derivou da chegada de uma outra alternativa, se ela for
válida, noutros mundos terá que acontecer, se for viável nalgum lado (numa
outra dimensão, num outro qualquer universo paralelo), será efetivada. Salvaram-se
milhares de milhões, biliões, triliões, quantas dimensões espelho das escolhas,
opções, alternativas viáveis que se consiga-mos captar.
Se viável, possível, se
possível, quer dizer que aconteceu ou vai acontecer, nalgum lado. O aqui pode
perecer, num outro mundo, numa outra dimensão onde as escolhas foram diversas
das nossas, a salvação aconteceu.
(3 e 4 -09-2025 do protetorado
chines).
1º grande construtor,
inventor, projetor. É Berkeley aplicado à construção do futuro. As nossas
ideias, as viáveis, ganham realidade, efetivam-se.
A investigação e tabulação das
viáveis e das não viáveis.
O universo, em certo sentido é
uma investigação de possibilidades viáveis e da rejeição das não viáveis. Vai
“queimando” o que presta.
As viáveis efetivam-se, quer
aqui, quer numa outra ou outras realidades similares onde a escolha foi diversa
da nossa aqui.
O que acontece aqui foi
determinado por uma construção com várias ideias, várias escolhas e opções que
nos trouxeram aqui a este momento. A construção quântica inventa o futuro,
constrói a realidade. O trilho foi aquele, mas no momento seguinte a escolha é
sempre livre, e o trilho pode continuar por aqui, ou por ali, em cada momento o
livre arbítrio determina o passo seguinte, não há caminhos pré determinados à
partida, onde todos os passos e todas as opções que se tomam já estão
escolhidas à partida. Não, em cada momento podemos escolher mais à esquerda ou
mais à direita, mais ao centro ou mais ao extremo. A última palavra é sempre de
quem escolhe.
Mas tudo o que é viável acaba
por acontecer e se efetivar, seja aqui, seja nos universos existentes a partir
das variadas alternativas (possíveis) com possibilidade efetiva.
Porque para cada opção viável
que surge, se desbloqueia um passado de conexões várias que nos trouxeram ao
aqui, e um alvo futuro, que se afirma na sua singularidade.
TEORIA
DA ESPIRITUALIDADE / ONTOLOGIA
To Lord
Nataraja
“Tu e eu, se
quiseres continuar, um projeto no qual vais, de tempos a tempos, dedicando um
pouco do teu tempo. Se quiseres continuar a ser o meu giding light, como
tens sido a inspiração, em quadros ou quando te vejo no rosto das ninfas que
correm na floresta, como teres sido o meu orientador das teses de mestrado e
doutoramento imaginadas, aquelas, que lá no azul celestial dos sonhos, com o
passar do tempo, vão perdendo a força e
a coragem para se tornarem reais.
Se quiseres
continuar como meu número 2, se quiseres continuar meu wingman,
continuar esta dualidade, esta tríade continuará a manifestar-se em nós,
geramos um terceiro que não existia, essa entidade feita de nós os dois. A
fusão na cooperação, seres para além do que somos (a totalidade geral é mais
que a soma das partes) apenas como uma das partes que compõem a nossa entidade.
Com uma correta conexão às energias superiores, ao chi, quando se dá a adequada
correção no envolvimento entre o humano e as energias superiores, surge uma
outra entidade única que é resultado daquela simbiose.”
ONTOLIGIA
Breve exposição sobre a
dialética
O ser quando tem a dualidade tem
a base de tudo, duas pedras para acender um fogo, surge a dialética. É a base
do equilíbrio entre o é de Parménides e a revolução infinita de Heraclito, onde
a possibilidade é de indefinida grandiosidade. Porque é demasiado, ainda era
demasiado para Heraclito, mas ele viu, viu o que era a dialética, que a
definição fundamental não se podia ficar por um ser encerrado em si próprio.
Esse fazia parte, a realidade linear e binária é suporte, armação, coluna de
edifício grandioso, mas a vida está nas aves que voam à sua volta. A realidade
binária tinha o seu lugar fundamental, mas havia algo mais, havia do outro lado
também um complemento fundamental. Heraclito viu que a dialética é o elo
fundamental da realidade, a chave mestra para todas as coisas.
A dialética é como a peça Lego da
realidade física em geral, forma-se de várias maneiras: a dialética das
dualidades (incompletas) - de confronto ou de cooperação -; as dialéticas
plenas, efetivas, triádicas (as dialéticas da dualidade também são ternárias,
embora ainda não o saibam, são o em potência (como valor de possibilidade, de
alternativa, de esperança, de abertura para o elemento de transformação
processual), mas ainda não são triádicas. As dualidades são o suporte de todas
a efetivas realidades triádicas); as dialéticas quaternárias, exemplificadas
pelo método de ensino da idade média referido pelo Professor Paulo Borges onde:
Ler, assimilar, refletir e comtemplar formam uma estrutura dialética não
tradicional, a dialética quaternária. A dialética é a peça de lego sobre a qual
se institui e constrói toda a realidade. As diversas faces da dialética são
como mónadas, as mónadas de Leibniz eram estruturas dialéticas, cada estrutura
com as suas funções.
Aí o vórtice de tudo é posto em
atividade e a senda da realidade entra em ação.
O vórtice está do
nosso lado, a resposta fascista é de outro tempo, adequada a outra realidade,
não acompanhou o vórtice no que ele é hoje, mas tenta-se adequar ao que ele
foi.
Mandamentos ou processos de aprendizagem
Isso foi Jesus Cristo, foram todos
aqueles que ficaram conhecidos como avatares em passados remotos, e os jovens
do idealismo alemão em determinadas alturas. Conseguiram um determinado acordo,
ao agirem sobre determinadas e especificas condições, estabeleceram o algoritmo
de acesso às energias superiores e estabeleceram o conhecimento necessário para
conseguirem a conexão profunda com elas. Consegue-se, ao cumprir aquele acordo
moral, e para além dele, ético contigo próprio. Ao se estabelecer viver perante
determinadas leis e mandamentos adequados, que podem os não estar escritos, cada
um de nós é que tem de os desvendar, como novas descobertas, como teoremas.
Quando conseguimos manter o coração puro até ao fim, sem nunca o corrompermos,
então temos direito a “sonhar o céu”, não de uma maneira religiosa, mas numa
perspetiva de verosimilidade. Entramos numa vivencia de entrega, de nos
colocarmos em segundo plano dando o palco ao todo que é mais que a soma das
partes. O absoluto está-te a levar, a tua vontade já não é a principal, mas sim
a vontade daquela energia celestial, que nos leva, que nos transporta, nos
alegra, e abre portas, nos lança sem amarras, nos desafia e que voa ao nosso
lado quando realmente deslocamos no nosso voo de ave celestial. Quando se
conseguem encontrar estes momentos na vida, quando somos transportados e somos
um com a energia pura, para sempre queremos ficar assim, e se os perdemos, para
sempre ansiamos voltar a ser novamente um com ele.
Tu consegues, se encontrares esses
momentos na tua vida, são como foi o idealismo alemão. Um idealismo está de
novo a irromper, não como uma continuação, porque aquele braço conclui-se,
esgotou a sua capacidade para ir mais além. O braço que despontou como
expressão plena do absoluto num tempo físico, que depois se desmultiplicou, até
a agulhas de pinheiro, já não consegue exprimir o absoluto, por não conseguir
ao mesmo tempo, ter coerência interna, e um lugar para o absoluto no seu
esquema geral. Para aquele mundo fazer sentido, o absoluto teve de sair da
equação, naquele mundo não há lugar para Deus.
Qualquer tentativa de absoluto naqueles termos é absurda,
mas não podemos deixar de falar do absoluto, só porque não o conseguimos
exprimir com os ditamos da filosofia do presente. E então de Kant pôde irromper
o espirito com esta visão para a filosofia, esta visão que é a da arte na Poética
de Aristóteles. Mostramos aqui uma analogia entre: o que foi a Critica da
Razão Pura e o posterior afirmar da nova visão para a filosofia em Kant
- e as visões da natureza da arte em
Platão e Aristóteles.
A ideia de arte em Platão é o
espelho do real, do que é, da ciência. A ideia de arte em Aristóteles é o
explorar das possibilidades de acordo com sua validade e verosimilhança.
A ideia da filosofia para Kant,
uma vez liberta de não poder voar, é a ideia da Filosofia da História, uma
hipótese séria que se lança para cima da mesa, uma hipótese séria perscrutada
no oceano das possibilidades infinitas.
E a filosofia nunca pode ser
isso, porque a ciência tinha uma exigência fundamental, ser o que é, o
verdadeiro quadro cientifico do real. Com isso, a filosofia viveu sempre como
que agrilhoada, questionando sempre o que não estaria a fazer correto.
Enquanto teve de ser filosofia
natural, a vanguarda do pensar ficou sempre aquém do voo de ave para o qual
tinha nascido. Foi Kant quem devolveu a integridade e a possibilidade da
filosofia ser aquilo para o qual apontava ser.
Só quando Kant estabelece naquele
calhamaço o que é a ciência, é que a filosofia pôde ser o que devia.
Então a filosofia pôde ser aquilo
para o qual tinha nascido, pôde ser a visão da arte em Aristóteles aplicada à
visão da filosofia de fénix renascida. O pensar das possibilidades, o inquirir,
o idealismo alemão é aquele deslumbramento que anteviu para lá do seu dia de
amanhã, enquanto o idealismo da escola de Lisboa será o da transformação e o da
evolução processual para além de qualquer teoria da evolução. Ver-se para além
do dia da manhã, é ver-se na visão do absoluto, que encarna em nós e nós
encarnamos no absoluto. Passa-se de uma dialética ternária, a uma dialética quaternária.
Estabeleces o acordo contigo próprio, és tríade; estabeleces o acordo e a
conexão com o divino, fazes despontar a dialética quaternária. No que
estabeleces com o divino, tu és tu, tu és ele; ele é ele, e ele és tu. São esses
os momentos de avatar.
ONTOLIGIA
Do DNA triádico em todas as
entidades singulares
Onde se encontra o seu íntimo
essencial, a sua espinha com uma primeira coluna basilar da construção de
qualquer organismo físico-animal. A estrutura,
a coluna interna que se porta depois Toda a construção carnal, como tudo o que é singularidade individual na
sua escala de perceção.
naquele Patamar, tudo o que é,
é o porque tem esquema interior Que suporta o romper da diversidade que
se forma e se acaba por harmonizar num corpo,
essência e complemento.
tudo o que é é assim construído
até uma dissertação científica tem um
esqueleto interno
podemos postular assim, primeiro a pedra na construção Para além da
ideia de abstração.
uma estrutura ( como na música pop, um baixo e uma bateria suportam o irromper do
Ser, o irromper de magníficas guitarras
e vozes e canções)
primeira grandeza da construção dos organismos
singulares - o círculo, o binário,
o esqueleto, o suporte.
a estrutura,
chamemo-lhe Assim, na explicação
da Constituição do Ser Temos:
a -
estrutura interna
b - o complemento da carne, do que não estava presente no a, Mas que faz parte da essência trimurity de
tudo o que existe.
a dialética é a realidade e o comunismo era
apenas uma atitude perante o não aceitar o estado de certas coisas e certos
meios indignos, vergonhosos da
existência humana
a dialética é o
esqueleto da realidade física. - Lei postulada
A realidade física É
constituída por elementos binários, de
suporte, como um chão, um lugar,
a materialidade para a existência poder
irromper
hegel -
a realidade na abstração
Mas a realidade é outra coisa muito, muito para além do suporte estrutural
a realidade é o que é mais definida pelo lado
do que está para lá da estrutura base,
as nossas realidades não são os nossos
ossos, são as nossas caras, as pessoas que somos em momentos e
circunstâncias diversas.
A presença da pról que surge da união do dois, dos três dos quatro, e como
no lego, monta-se o mundo como estruturas individuis que acabam por terem
ordens, elementos e sequencias diferentes, representarem algoritomos mais raros
e mais determinantes para .
E quando o divino agia sobre os outros dois tornava-se um ser, uma
entidade, torna-se um ser, uma entidade.
HI-Q record 4
Esses são os momentos da avatar que são possíveis dentro de
determinadas condições. Mas isso são as nossas diluações metafísicas. As nossas
liberações mais imediatas e magitações e tentativas filosóficas de expurar
possibilidades vão mais no sentido de termos práticas e políticas.
transitoriedade do presente
Sempre esta sensação, que não
estou realmente aqui, vou passando por aqui, não tarda nada estou ali, e o
aqui, o agora, já lá vai, já passou.
“Tudo passa nada fica, tudo em
vão por nós se esvai”
A relatividade absoluta do
presente e a sua absurda transitoriedade.
A vida é uma passadeira
rolante.
Nunca estamos de facto,
efetivamente, num momento, num local, num tempo. Passamos pelo presente, não estou de facto
aqui. Passo por aqui, ora estou aqui, ora estou ali, estou em todo o lado e em
lado nenhum. Onde estou eu?
Tudo é um processo, uma viagem
que não se fixa num aqui e agora, vai sendo, não é. Tudo é transitório, tudo se
transforma, tudo está continuamente a mudar, vai passando, nunca estamos aqui
realmente, estamos de passagem, vamos passando.
Quando era novo via passar os
dias. Hoje vejo passar as semanas, os meses, os anos.