sábado, 14 de março de 2026

 




Número 23

a filosofia como voz e expressão do absoluto

Boletim de Ideias Filosóficas





Editorial

Dada a emergência do momento, vamos lançar este número do boletim com os textos ainda sem estarem completamente editados e sem a sua estrutura ainda não estar totalmente definida.


Revista Opúsculos

“Opúsculos sobre o Fim de Um Mundo”, revista não oficial de poesia, filosofia e religião, lançada em 2007 com a divisa, “esta é a minha verdade conta-me a tua” (desde o número 11 referenciada como “Boletim de Ideias Filosóficas”).

Ilustrada com quadros dos mestres, quadros de novos artistas, promessas desconhecidas, serigrafias, poesias, breves e profundas orações (só nos primeiros números consegui colocar as ilustrações).

Nos primeiros números, pequenos contos, textos, explorando ideias da filosofia. Outros números, foram trabalhos para determinada cadeira e que acho que tem validade como tijolo na construção e sistematização de uma tese geral.

Revista feita por alunos e estudantes de filosofia, nas suas páginas, os textos preliminares dos pretendentes na descoberta e edificação de um pensar próprio, revista dos audazes aprendizes na disciplina de arquitetura da mente.

A revista não quer ser algo pomposo, nem se quer afirmar como detentora de qualquer verdade. Sustem-se na ideia aristotélica de arte na "Poética" aplicada à filosofia (acho que uma certa maneira foi o que Kant fez da filosofia, após o esclarecimento (na "Crítica da Razão Pura”), do que era ciência e de que a filosofia não o podia ser).





contém:

Ideia ontológica

As ideias da física a partir da sua abordagem primordialmente temporal, complemento à visão clássica (Newton, Einstein, Bohr) primordialmente espacial. Espaço na escala do tempo newtoniano, espaço na escala de tempo da teoria da relatividade, e espaço à luz da física quântica. Tempo, visto na escala do tempo humano, tempo visto na escala do tempo imortal do espírito e da alma, e tempo na escala do tempo intemporal, a escala da eternidade.

 

 Os Vikings




Os primeiros grandes navegadores do atlântico norte. Os primeiros grandes navegadores do atlântico. Para lá da realidade do mar Mediterrâneo da antiguidade, o grande oceano, como o grande céu que temos hoje perante os nossos olhos. Para eles, naqueles tempos, o grande oceano Atlântico, um grande desconhecido, um grande monstro com uma barriga sem fundo que tudo engolia, um grande abismo insondável, incompreensível, imapeável, imenso, para lá das capacidades de 1300 ac.

Depois vieram novos navegadores com novos instrumentos e novas leituras das estrelas. Aqueles audazes navegadores tudo alcançaram. Na singeleza e nobreza do seu gesto deram novos mundos ao mundo. Levaram-nos onde nunca tínhamos sonhado ir sem ser em pesadelos de medo, onde nos deslocávamos até ao fim do mundo, e caiamos por ele abaixo, deram-nos o grande hemisfério sul, um outro universo se abriu para os humanos daquele tempo.

 

 

[EDITADO]

 

PARTES

1) A física (temporal) em 3 grandes escalas

3 físicas temporais - Escala tempo humano, escala tempo espírito, escala tempo das eras cósmicas.

3 físicas espaciais - Newton, Einstein, Bohr.

#

2) As alternativas criam possibilidades que se válidas criam dimensões alternativas

sempre que há uma possibilidade válida de escolha, um universo alternativo ganha realidade.

o cunhar da linha vertical

a infinidade das alternativas nas linhas horizontais.

qq válido – será efetivado – cunhado / efetivado num dos universos (dimensões)

3) O Dragão do imediato

a multiplicidade de alternativas

as relações dialéticas – os binários, os ternários

 

 

 


4) A dialética do Chi eterno (como migalha, como centelhado divino) com o ser finito.

5) Simultânea disponibilidade de diversas dimensões, que se efetivam como realidade ou não, dependendo das escolhas que fazemos.

 

 

Visão estratégica alternativa

Perante 2 mundos, perante as duas alternativas trágicas do presente, porque não uma utopia? Não tem de ser apenas branco ou negro, não temos de ser apenas binários. Se assim formos, desperdiçamos o melhor de nós, a vocação trimurti, a vocação para o processual, para a dialética.

As coisas são o que são numa perspetiva (o é de Parménides), mas noutra, certas coisas estão sujeitas à mudança, as unidades processuais vão se transformando e mudando a sua identidade, são este, mas no desenrolar do processo, mais à frente já são aquele.

 

O novo irromper do absoluto. Não se pode calar a boca do vulcão.

Desde o seu desvanecimento / adormecimento. E os duzentos anos em que ficou ao largo, a ver o desenlace da ação humana, que se assumiu como madura e capaz de se levar por si própria. Não se pode calar a boca do vulcão – irrompe, encontra caminho

 

As utopias, como possibilidades, fracas, mas reais. As utopias que tem por base alternativas com validade acabam por se confirmar. Sejam as suas percentagens de possibilidade fortes ou fracas. Os acontecimentos e as escolhas individuais condicionam as percentagens de possibilidade das utopias, de fracas para fortes, e de fortes para fracas.

Uma grande ideia, mesmo com baixa probabilidade, para se revelar na sua plenitude e se concretizar muitas vezes só precisa de um rastilho inicial, de uma faísca que desponta toda sua explosão.

 

A dialética eterno-humano (espirito-corpo).

É ali que a dor é mais intensa, no amago do sentir humano, na alma do ser, incompreendida, por explicar, enigmática, determinante sobre as nossas vidas, imensa força quando surge na versão “canhão do norte da Nazaré”,  uma onda que transforma tudo, um “Big Wednesday”, uma onda que no seu conceito universal é uma onda igual a todas outras,  mas única na sua ligação a uma sensibilidade autónoma, indefinida por enquanto, sem saber o que cada offspring pode alcançar numa vida,  desde um homem que se perde, até a glória de ser avatar do estado divino. Temos abertura na nossa potencialidade, temos um leque de escolhas e caminhos que nos levam para vidas com significado. Cada ser humano pode ser, desde o mais anonimo dos cidadãos, até ao majestoso cavaleiro que cavalga por si próprio. Num corpo humano se dá uma das maiores explosões cósmicas, quando o humano se funde com o divino.

 

Num corpo humano, e nas azas do vento imortal como energia pura do mundo, as ligações ao chi eterno e as fronteiras da física de três escalas. Escala humana, escala dos espíritos imortais, escala das eras cósmicas – escalas espaciais. As físicas, de Newton, da relatividade e a quântica. Também uma ordenação física com 3 escalas.

É este o resultado da dialética entre um ser humano único, que no início é só um leque imenso de possibilidades e de sonhos, mas que pode apreender a construção dos objetivos mentais, as pequenas ideias, os raciocínios, os encadeamentos de ideias, os edifícios, a ordem constitutiva de um infinito encadear de puzzles que completam pequenas partes de um todo com várias divisões, com salões imensos onde se encontram as ideias que precisam (procuram) par.  Com o par tudo se inicia, sem o par (como no absoluto abstrato inicial em Hegel) o mundo não tinha sido possível.

Tudo o que se torna alguma coisa, ganha razão, justificação, porque não apenas é uma realidade binaria. A realidade binária é o suporte vertebral, (esquelético) toda a realidade.

Sem binário, não havia o um, e sem o um (“"La Palice”), nunca o dois, nunca o mundo. A construção da realidade, quando processual, tem uma base dialética.

 

(Quando se fala de algo não processual, a base é binária. Quando se quer instituir uma realidade processual, tem de se trabalhar numa base é ternária).

Binário – 1

Mas como ideias isoladas à procura de par, nada há mais sem confronto, sem a oposição ou a cooperação, sem um toque de algo que é outro. Dialética de oposição, dialética de conjunção, dialética ternária, dialética quaternária.

O um sem o 2 é estéril.

O 2 é o início de todas as dialéticas, de tudo o que é processual. Estas são as peças lego de toda a realidade. A dialética é o sistema funcional ativo de todas as coisas e de todos os trajetos.  Manifesta-se no mundo físico pelo dna, no pensamento, pela ordem nas construções e na maneira como estas tem de se estruturar para se efetivarem, concluírem. A dialética é a estrutura que permite a práxis das coisas nos processos de desenvolvimento. Na estrutura do real o um (binário) é a realidade primária. Nos processos de desenvolvimento, a dialética é a realidade primária, estrutural.

 

Os trajetos são a última construção, e o ser faz-se humano adulto, depois de ter aprendido montar ideias e sonhos quando criança.

Agora as construções são coisas sérias, já não há tempo para miragens nem ilusões.

Construímos trajetos para o amanhã, passamos o tempo a inventar e a construir o futuro.

O ser espiritual Eterno, como Deus, é como o é de Parménides.

Esse Deus não espera nada, não aspira a nada, pois já é tudo.

Mas a simbiose da manifestação desse Deus como espírito santo (chi puro) com cada um de nós, como seres individuais únicos, que só não são ainda a luz de todas as coisas porque somos ainda infantis e imaturos. Para podermos aceder aqueles estados temos de seguir a ética do nosso coração puro, única e incorruptível, mas que perde força porque não nos conseguimos assumir sem mentiras, sem estímulos, sem subterfúgios que mascaram a realidade.

Só quando formos nós próprios, aquilo para onde apontam as nossas potencialidades mais vincadas, quando conseguirmos realizar em pleno o nosso potencial, seremos aquilo para o qual fomos criados, uma das faces da trimurti, uma das faces da imortalidade e da eternidade. (Seres à imagem e semelhança do criador).

 

 

 

 

- Durante 35 anos juntos estivemos juntos em part time, enquanto o humano em nós usava a maior parte do seu tempo a trabalhar para pagar as contas. - Voz do absoluto em mim.

 

 

Nas quadrigas dos deuses, nas naves dos deuses – (tem-se acesso à memória do dragão do imediato, o guardião do conhecimento de todas as possibilidades e de todas as alternativas coordenadas de todas as combinações / maneiras possíveis) - veem-se todas as possibilidades com positiva possibilidade de se tornarem realidade. Estabelece-se a o percentual de possibilidade para cada uma das alternativas.

 

Os indicados estados de espírito, difundidos em coletividades humanas conjuntas, É o que na verdade opera a transformação da progressão do real físico, material, natural.

A realidade espiritual é intemporal, mas age, conecta-se com seres de existência passageira, longa no sofrimento, breve em felicidade, como se o próprio tempo nos castigasse, aos bons tempos não damos por eles passarem, os tormentos, em cada segundo, uma eternidade.

Os indicados estados de espírito, na invenção/criação infinita que constroem o ser, que em certo aspeto é Tudo, é o absoluto. O humano escolhe a sua conexão, consciente ou não com o chi. O chi é um caleidoscópio de faces infinitas, pensamentos, personas, personagens e atos diversos, estados de espírito. Diferentes peças de lego combinadas entre si nos permitem construir tanto edifícios estáticos como veículos dinâmicos.

 

 

 

Se tivéssemos continuado apenas como conservadores (uma das três forças primordiais) não teríamos saído das cavernas e continuaríamos a ver a arte como rabiscos nas paredes. Não apenas conservador, trimurti, a frente de ataque no conhecimento, ciência, filosofia e religião.

 

Como Jesus se purificou e se preparou pelo batismo para receber em si Cristo, o espírito santo que se fez carne. Voltaste também tu à fonte do rio sagrado, para banhares nele a tua alma imaculada, o teu coração puro e o teu espírito celeste.

 

 

 

 

[POR EDITAR]

 

ONTOLOGIA

Onde se encontra o seu íntimo essencial, a sua espinha como a sua coluna basilar? (Assim como na construção de qualquer organismo físico animal).

A estrutura, a coluna interna que suporta depois toda a construção carnal, como tudo o que é singularidade, individualidade, na sua escala própria de perceção.

Naquele patamar tudo o que é, é o, porque tem esquema interior, que suporta o romper de toda  a diversidade, que se forma e se acaba por harmonizar num corpo com essência e complementos.

Tudo o que é, é constituído. Até uma dissertação científica tem um esqueleto interno. Podemos postular assim, a primeira pedra na construção, para além da ideia em abstração. Uma estrutura. (como na música pop e no rock, um baixo e uma bateria suporta o irromper de magníficas guitarras e de vozes e canções) Primeira grandeza da construção dos organismos singulares.  O circulo, o binário, o esqueleto, o suporte.

 O esqueleto, o suporte.

À estrutura, chamemos lhe assim, na explicação 245, ou outro número hipotético que registe a explicação da constituição do ser temos:

A - estrutura interna / o é de Parménides, a estrutura binária.

B - complemento da carne, do que não está presente no A (o ser de Parménides ou da abstração inicial em Hegel) mas que faz parte da essência trimúrti de tudo o que existe.

O outro de si próprio, a alavanca contrária ou complementar que desponta o processo, da dialética, que pode ser de contrários, mas também pode ser de complementares.

C- realidade dialética.

 

lei postulada  - A dialética, DNA, são o esqueleto da realidade física, e de todas as realidades processuais deste mundo. A dialética é a estrutura essencial de toda a construção processual.

 

 

ONTOLOGIA

A realidade física é constituída por elementos binários, de suporte, como um chão, um lugar, (o espaço?) para a existência ter lugar. Mas a realidade é outra coisa muito, muito mais para além do seu suporte estrutural. A realidade é o que é, mais definida pelo lado do que está para lá da estrutura base, as nossas realidades e identidades não são os nossos ossos. As nossas realidades são as nossas caras e as pessoas que somos em momentos e circunstâncias diversas.

 

A voz do absoluto fala, tem de falar, ontem falou ele, hoje falo eu, amanhã um outro falará, a voz do absoluto não pode é ficar calada.

 

 

ONTO

Mesmo que não a consigamos ver claro, perde toda a validade qualquer tentativa de negação da incomensurável verdade una.

 

 

ONTO

Talvez num dos caminhos hipotéticos, numa das outras dimensões, que representam as alternativas possíveis, seja o que vai prevalecer no cunho do tempo. Quando acontece, seja aqui, seja lá, é nascida, foi tornada unidade de facto, cunhada. Uma célula temporal pode ser replicada ao infinito. Qualquer momento temporal pode ser replicado ao infinito, basta que se considere perante ele uma alternativa. E quantas mais alternativas, mais dimensões e universos possíveis.

As possibilidades viáveis criam unidades universais autónomas, que são comumente designadas por dimensões num cenário de multiverso.

Após ser cunhado é circunstancial, constituído por certos soberbos momentos, condições, que selam pela abertura das conjeturas quânticas sobre o real, o imaginário e o horizonte infinito da possibilidade. A quântica real de facto, a quântica que se inventa a si própria, e inventa nesse momento a própria realidade, a quântica da possibilidade infinita. A quântica como a criação nano do futuro. A quântica do circulo, do ciclo fechado em dualidade inseparável.

A trave basilar, a coluna de Hércules que sustenta tudo isto, o é de Parménides. De alguma maneira qualquer entidade tem de ser. Um poema feito de palavras, ou uma obra cheia de ideias, de um corpo físico composto num cocktail de estruturas e órgãos, de software e hardware.

 

 

Suposição idealista - taxa percentagem

testar a sua possibilidade

as possibilidades, as situações, o jogo entre a alternativa e a possibilidade. Pergunta inicial: possível / impossível

se possível, analisar percentagem de possibilidade

rejeita as suposições sem possibilidade

dentro dos possíveis

assim, determina a sua força, identifica os seus objetos e estabelece a sua validade.

 

Filosofia do Uno, dessa unidade geral, dessa parcela absoluta, que envolve o espaço e o tempo numa singularidade geral.

Temos os unos particulares, desde a monada de Leibniz até a unidade humana de cada um de nós, e temos a unidade geral de todo visto como um só.

 

 

 

1 passo

A construção da possibilidade, de uma possibilidade válida, com percentagem válida, percentagem maior ou menor, grande ou reduzida, mas possível, verosímil, não é assim, mas poderia ser. Íntima ou grande, a possibilidade de si próprio, pelo valor relativo das perspetivas.

 

 

Como é que se é o absoluto sem perder a ligação ao ser físico particular que somos? Ao ser individual, único, natural que cada um de nós é? O problema do idealismo alemão que ficou por resolver. Como ser ao mesmo tempo o absoluto de alma e espírito  imortais e o sensível particular que cada um de nós é?

 

 

ONTOLOGIA

Filme Superman - Todos clones de um cordex atualizado. Uma alma comum, que se ia atualizando, e da qual, todos os futuros offsprings tiravam o molde.

Atualizar o nosso cardex. – Uma alma comum, o oceano das almas, de onde todos viemos e ao qual todos vamos regressar. – Cada vida, cada contributo vai enriquecer a grande alma comum.

 

Dialética

O esquema motor de todos os processos naturais

 

Ontologia

Se altamente improvável, mas ainda com uma percentagem mínima de possibilidade, alternativa válida.

 

 

Enquanto não é do meu conhecimento - meu desconhecido

 

 

 

ONTOLOGIA

É absoluta porque qualquer parte está conectada / um lugar, uma peça, num todo geral. Tudo tem um significado e é integrado num todo do qual faz parte. Tudo é uma parte de.

 

ONTOLOGIA

Os extremos tocam-se, a diversidade está no meio.

 

A diferença entre o xaman (cultura indígena) e o consumidor de substancias para recreação é que o consumidor fá-lo para evasão aleatória, enquanto que o xaman, fá-lo para ter as visões que salvam a tribo.

 

ONTOLOGIA / FISICA

11-09-2025 As 3 grandes escalas da Física.

Cada era cósmica é feita das civilizações que as compõem e do patamar de evolução que essas civilizações conseguem alcançar.

 

Nível 1 -  a vida humana

N_2 a escala da vida das almas e dos espíritos que se prolongam e continuam na existência para lá do ser humano.

3 as grandes eras cósmicas, avançando quando se atingem determinados quadros em termos de evolução civilizacional, quadros construídos com edifícios diversos, ordenados, conjugados, conseguem fazer cumprir determinado algoritmo que faz despontar e avançar o movimento evolucional.

Os bidons que é necessário encher para que determinada receita possa ser posta em execução e efetivada em termos práticos, para que se possa avançar para o nível seguinte.

Os blocos dos edifícios, do preenchimento da condições (algoritmos), das ordenações sequenciais determinadas para a sua finalidade.

Algoritmos construídos a partir de uma infinidade de singularidades, que se conjugam, se transformam na sua interação mútua.

A dialética é a estrutura essencial, o esquema basilar de construção em toda a realidade. O 1 é uno em si. Mas sem a interação com o outro, é estéril.

 

TEORIA DA ESPIRITUALIDADE

Pensar em Deus – religião

Estar com deus – com a divindade, no estado de divindade, estar em deus.

Consequências?

Querer estar com deus no espaço profano – inconsequente em termos de permanência. – até se pode chegar lá, mas é difícil permanecer.

Pouca, fraca consequência.

Estar em deus (divino) no espaço adequado (sagrado), algo que não tem comparação com nada do resto que não isso.

 

 

ONTOLOGIA

O impasse do absoluto. Cada um fala por si, e ninguém fala pelo absoluto.

“A sociedade do cansaço”.

Viveu-se um cisma, uma hibernação do absoluto, um ficar a observar o que os humanos emancipados iam fazer. E fizemos o que fizemos, muita coisa boa, mas falhamos na educação das massas, e agora, como um comboio que ficou sem carris para continuar, estamos perante um quadro onde o povo não se sabe governar nem escolher os que melhor nos governam; onde nos queixamos de não termos bons líderes, mas também não os conseguimos formar.

 

A dialética dos espíritos imortais.

Analisada segundo 3 objetivos temporais – de ver o tempo – (escalas?)

Medidor, algoritmo de analise, perspetiva.

O passar do tempo humano, dias, anos, décadas.

O tempo dos espíritos imortais: seculos, civilizações,

Tempo das eras cósmicas – achivments – conquistas, níveis de alta evolução nas determinadas civilizações cósmicas. Os avanços das almas e dos espíritos determinam o avanço das eras cósmicas.

O tempo das eras e dos momentos cósmicos.

As grandes arvores cósmicas, que persistem para lá dos espíritos e das almas imortais.

O tempo de Deus, os seus sete dias, dias cósmicos, ainda decorre o sexto dia. – teoria, hipótese, tese, alternativa, possibilidade.

Eras cósmicas representativas.

Entidades espirituais representativas

Os universais de Aristóteles.

 

 

A ética da Escola de lisboa,

Fabula ou realidade, ficção ou força plena de toda a realidade num todo, que não pode ficar calado. Não matamos deus, estava na expectativa ou em hibernação, a ver como nos orientávamos sozinhos. Mas não se pode calar por muito tempo a boca do vulcão. Temos um sistema geral (ética, ontologia, física, teoria da politica, …) na ideia, em manuscrito.

Não se pode calar a boca do vulcão, o absoluto encontrou outro caminho, sempre se expressou como energia (para a ciência), como a divindade, como o divino, o chi que nos rodeia, que está em nós e em todas as coisas. Foram essas energias que permitiram a Jesus tornou-se o Cristo, que permitiram os avatares do hinduísmo, as encarnações dos deuses, os iluminados, os sábios iniciais do taoismo. Mito ou realidade? Fantasia ou forças cósmicas?

Jesus teve de ser batizado, purificado, antes que pudesse receber em si as energias cósmicas na sua plenitude, o espírito santo, a energia chi pura em pleno. 

O divino está sempre connosco, mas só os puros de coração, os de elevado espírito podem aceder à encarnação do espírito.

Para receber em si a luz das luzes tem de se cumprir um determinado código ético.

Só se é digno do espírito, se o nosso coração estiver puro. Só somos dignos de aceder ao divino se nos elevarmos no espírito sem corromper o coração puro.

 

 

TEORIA ESPIRITUAL

Entidade – humano mortal

Divino – imortal

Em cada um de nós, uma migalha, uma semente de divino, que se pode tornar plena em nós.

A purificação de jesus, para poder aceitar em si o cristo.

O extremo centro.

As ideologias carcomidas.

As duas grandes opções politicas dos dias de hoje.

 

O humano cristo, a natureza crista

Os 12 apóstolos,

O batismo como método / condição

Para aceitar p espirito santo.

Purificar o recetáculo.

Para que o espirito santo possa entrar.

O ser único

O infinito – uno

O finito – único.

 

 

ONTOLOGIA

26-08-2025 as escalas de observação e interpretação do real.

All physics

Identificam a realidade e a identidade das coisas (naquela dimensão).

Graus de manifestação do tempo

O tempo humano – 1ª escala

O tempo das árvores, dos espíritos e almas imortais – 2ª escala

O tempo das eras cósmicas – 3ª escala

Grau, grau + 1, grau + 2, …

 

27-08-2025

Os esquemas elementares do universo físico.

Cunhar cada momento para ser distinto das outras possibilidades.

Aconteceu porque foi cunhado na linha do tempo.

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

º possibilidades em linha horizontal, num processo de desenvolvimento vertical.

 

 

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

º determinadas escolhas, cunham a linha do tempo  (das possibilidades em linha horizontal, que se apresentam em cada momento da linha vertical de desenvolvimento) fizeram um percurso vertical.

º cunhados, manifestou-se, aconteceu de facto na realidade físico biológica.

Cunhado, já aconteceu, foi feito, o que foi cunhado já não pode ser desfeito.

Diferença entre possibilidades cunhadas, fechadas, e possibilidades puras.

Opções, escolhas, decisões,

Uma decisão é uma escolha de determinado caminho, uma escolha nunca vem apenas isolada em si, acarreta um before e um after.

Um padrão de decisões, numa consequência continua, formam-se identidades, caminhos definidos, ou não, sendas.

ONTOLOGIA – Sistemas de construção

Uma frase não faz um livro, mas um encadeamento de ideias e identidades numa construção gramatical, fazem os livros que se quiserem fazer.

Distinção fundamental.

Legos, peças singulares,

Legos, construções, com peças diversas.

 

Macro legos

O significado do cruzamento de tantas entidades

Logos construídas

As cidades do mundo num conjunto global

Qual o seu significado coletivo.

 

08-2025 A voz do absoluto.

O motor do mundo desafinado

A afinação

 

 

ONTOLOGIA / FISICA

08-2025 - 3 escalas, gradações do tempo

O universo – camara frigorifica?

+ as estrelas e energias que se conseguem manter de si.

Supostamente os ambientes deveriam ser neutros, se o universo é uma camara frigorifica

 

 

 

 

A realidade das cordas de infinitas possibilidades (dimensões)

Acontece aqui

º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

poderia ser aqui º ou aqui º

º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

 

O dragão do imediato – ser com visão eterna – contempla passado, presente e futuro (todas as alternativas e todas as suas ordenações /coordenações possíveis)

Fez todas as equações, comtempla todas as possibilidades e todos os seus possíveis cruzamentos

 

 

 

 

 

 

FISICA /

4-09-2025 os trilhos viáveis seguem caminho, os inviáveis anulam-se, aniquilam-se a si próprios.

 

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

º -percurso, caminho, identidade evolutiva. Linha do tempo (cunhados, aconteceram de facto).

As escolhas do individuo cunham a sua identidade e os passos efetivos no real sensível. O cunhado não pode ser desfeito.

 

-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º-º

 

Infinitas possibilidades, alternativas dimensões.

 

As outras possibilidades surgem depois de qq momento onde se cunha uma escolha. Ao escolher A, abre-se uma corda com possibilidades várias no momento subsequente. Cada escolha entre várias possibilidades, abre um degrau seguinte com outro leque de escolhas possíveis.

Cunhar determinado passo, abre um horizonte de possibilidades e não possibilidades.

Há uma distinção fundamental entre as possibilidades com viabilidade (mesmo que seja de apenas 1%), e as possibilidades sem validade efetiva, chamadas fantasias, pura imaginação, possibilidades impossíveis.

As possibilidades, desde que consigam para si uma probabilidade baixa, vão sempre acontecer. Qualquer possibilidade válida, mesmo válida numa probabilidade baixa, vai sempre acontecer, seja aqui, seja numa das outras dimensões definidas por escolhas diferentes.

Já aconteceu na visão que passado, presente e futuro se fundem na eternidade.

O que importa é haver, encontrar-se, descobrir-se uma possibilidade, uma posição, uma alternativa válida, seja com probabilidade a 50%, a 80%, seja a 1%.

Depois há o facto de os valores percentuais da probabilidade poderem variar e irem variando conforme as escolhas e opções de cada um, irem variando conforme os passos que vão sendo cunhados nas diversas realidades efetivas.

Neste mundo, inventamos a possibilidade da Escola de Lisboa. Se calhar este mundo não subsistirá e o ser humano acabará por se destruir e destruir tudo o resto. Neste mundo, nessa possibilidade da LIS,  inventou-se a probabilidade de outros mundos, de outras dimensões, que se distinguem desta pelas escolhas diferentes (que se foram fazendo) e próprias que caraterizam cada uma delas.

Neste mundo inventou-se a possibilidade que derivou da chegada de uma outra alternativa, se ela for válida, noutros mundos terá que acontecer, se for viável nalgum lado (numa outra dimensão, num outro qualquer universo paralelo), será efetivada. Salvaram-se milhares de milhões, biliões, triliões, quantas dimensões espelho das escolhas, opções, alternativas viáveis que se consiga-mos captar.

Se viável, possível, se possível, quer dizer que aconteceu ou vai acontecer, nalgum lado. O aqui pode perecer, num outro mundo, numa outra dimensão onde as escolhas foram diversas das nossas, a salvação aconteceu.

 

 

(3 e 4 -09-2025 do protetorado chines).

1º grande construtor, inventor, projetor. É Berkeley aplicado à construção do futuro. As nossas ideias, as viáveis, ganham realidade, efetivam-se.

A investigação e tabulação das viáveis e das não viáveis.

O universo, em certo sentido é uma investigação de possibilidades viáveis e da rejeição das não viáveis. Vai “queimando” o que presta.

As viáveis efetivam-se, quer aqui, quer numa outra ou outras realidades similares onde a escolha foi diversa da nossa aqui.

O que acontece aqui foi determinado por uma construção com várias ideias, várias escolhas e opções que nos trouxeram aqui a este momento. A construção quântica inventa o futuro, constrói a realidade. O trilho foi aquele, mas no momento seguinte a escolha é sempre livre, e o trilho pode continuar por aqui, ou por ali, em cada momento o livre arbítrio determina o passo seguinte, não há caminhos pré determinados à partida, onde todos os passos e todas as opções que se tomam já estão escolhidas à partida. Não, em cada momento podemos escolher mais à esquerda ou mais à direita, mais ao centro ou mais ao extremo. A última palavra é sempre de quem escolhe.

Mas tudo o que é viável acaba por acontecer e se efetivar, seja aqui, seja nos universos existentes a partir das variadas alternativas (possíveis) com possibilidade efetiva.

Porque para cada opção viável que surge, se desbloqueia um passado de conexões várias que nos trouxeram ao aqui, e um alvo futuro, que se afirma na sua singularidade.

 

 

TEORIA DA ESPIRITUALIDADE / ONTOLOGIA

To Lord Nataraja

“Tu e eu, se quiseres continuar, um projeto no qual vais, de tempos a tempos, dedicando um pouco do teu tempo. Se quiseres continuar a ser o meu giding light, como tens sido a inspiração, em quadros ou quando te vejo no rosto das ninfas que correm na floresta, como teres sido o meu orientador das teses de mestrado e doutoramento imaginadas, aquelas, que lá no azul celestial dos sonhos, com o passar do tempo, vão perdendo a  força e a coragem para se tornarem reais.

Se quiseres continuar como meu número 2, se quiseres continuar meu wingman, continuar esta dualidade, esta tríade continuará a manifestar-se em nós, geramos um terceiro que não existia, essa entidade feita de nós os dois. A fusão na cooperação, seres para além do que somos (a totalidade geral é mais que a soma das partes) apenas como uma das partes que compõem a nossa entidade. Com uma correta conexão às energias superiores, ao chi, quando se dá a adequada correção no envolvimento entre o humano e as energias superiores, surge uma outra entidade única que é resultado daquela simbiose.”

 

 

ONTOLIGIA

Breve exposição sobre a dialética

 

O ser quando tem a dualidade tem a base de tudo, duas pedras para acender um fogo, surge a dialética. É a base do equilíbrio entre o é de Parménides e a revolução infinita de Heraclito, onde a possibilidade é de indefinida grandiosidade. Porque é demasiado, ainda era demasiado para Heraclito, mas ele viu, viu o que era a dialética, que a definição fundamental não se podia ficar por um ser encerrado em si próprio. Esse fazia parte, a realidade linear e binária é suporte, armação, coluna de edifício grandioso, mas a vida está nas aves que voam à sua volta. A realidade binária tinha o seu lugar fundamental, mas havia algo mais, havia do outro lado também um complemento fundamental. Heraclito viu que a dialética é o elo fundamental da realidade, a chave mestra para todas as coisas.

 

A dialética é como a peça Lego da realidade física em geral, forma-se de várias maneiras: a dialética das dualidades (incompletas) - de confronto ou de cooperação -; as dialéticas plenas, efetivas, triádicas (as dialéticas da dualidade também são ternárias, embora ainda não o saibam, são o em potência (como valor de possibilidade, de alternativa, de esperança, de abertura para o elemento de transformação processual), mas ainda não são triádicas. As dualidades são o suporte de todas a efetivas realidades triádicas); as dialéticas quaternárias, exemplificadas pelo método de ensino da idade média referido pelo Professor Paulo Borges onde: Ler, assimilar, refletir e comtemplar formam uma estrutura dialética não tradicional, a dialética quaternária. A dialética é a peça de lego sobre a qual se institui e constrói toda a realidade. As diversas faces da dialética são como mónadas, as mónadas de Leibniz eram estruturas dialéticas, cada estrutura com as suas funções.

Aí o vórtice de tudo é posto em atividade e a senda da realidade entra em ação.

 O vórtice está do nosso lado, a resposta fascista é de outro tempo, adequada a outra realidade, não acompanhou o vórtice no que ele é hoje, mas tenta-se adequar ao que ele foi.

 

 

Mandamentos ou processos de aprendizagem

Isso foi Jesus Cristo, foram todos aqueles que ficaram conhecidos como avatares em passados remotos, e os jovens do idealismo alemão em determinadas alturas. Conseguiram um determinado acordo, ao agirem sobre determinadas e especificas condições, estabeleceram o algoritmo de acesso às energias superiores e estabeleceram o conhecimento necessário para conseguirem a conexão profunda com elas. Consegue-se, ao cumprir aquele acordo moral, e para além dele, ético contigo próprio. Ao se estabelecer viver perante determinadas leis e mandamentos adequados, que podem os não estar escritos, cada um de nós é que tem de os desvendar, como novas descobertas, como teoremas. Quando conseguimos manter o coração puro até ao fim, sem nunca o corrompermos, então temos direito a “sonhar o céu”, não de uma maneira religiosa, mas numa perspetiva de verosimilidade. Entramos numa vivencia de entrega, de nos colocarmos em segundo plano dando o palco ao todo que é mais que a soma das partes. O absoluto está-te a levar, a tua vontade já não é a principal, mas sim a vontade daquela energia celestial, que nos leva, que nos transporta, nos alegra, e abre portas, nos lança sem amarras, nos desafia e que voa ao nosso lado quando realmente deslocamos no nosso voo de ave celestial. Quando se conseguem encontrar estes momentos na vida, quando somos transportados e somos um com a energia pura, para sempre queremos ficar assim, e se os perdemos, para sempre ansiamos voltar a ser novamente um com ele.

 

 

 

 

Tu consegues, se encontrares esses momentos na tua vida, são como foi o idealismo alemão. Um idealismo está de novo a irromper, não como uma continuação, porque aquele braço conclui-se, esgotou a sua capacidade para ir mais além. O braço que despontou como expressão plena do absoluto num tempo físico, que depois se desmultiplicou, até a agulhas de pinheiro, já não consegue exprimir o absoluto, por não conseguir ao mesmo tempo, ter coerência interna, e um lugar para o absoluto no seu esquema geral. Para aquele mundo fazer sentido, o absoluto teve de sair da equação, naquele mundo não há lugar para Deus.

 

 

Qualquer tentativa de absoluto naqueles termos é absurda, mas não podemos deixar de falar do absoluto, só porque não o conseguimos exprimir com os ditamos da filosofia do presente. E então de Kant pôde irromper o espirito com esta visão para a filosofia, esta visão que é a da arte na Poética de Aristóteles. Mostramos aqui uma analogia entre: o que foi a Critica da Razão Pura e o posterior afirmar da nova visão para a filosofia em Kant -  e as visões da natureza da arte em Platão e Aristóteles.

 

A ideia de arte em Platão é o espelho do real, do que é, da ciência. A ideia de arte em Aristóteles é o explorar das possibilidades de acordo com sua validade e verosimilhança.

A ideia da filosofia para Kant, uma vez liberta de não poder voar, é a ideia da Filosofia da História, uma hipótese séria que se lança para cima da mesa, uma hipótese séria perscrutada no oceano das possibilidades infinitas.

 

E a filosofia nunca pode ser isso, porque a ciência tinha uma exigência fundamental, ser o que é, o verdadeiro quadro cientifico do real. Com isso, a filosofia viveu sempre como que agrilhoada, questionando sempre o que não estaria a fazer correto.

 

Enquanto teve de ser filosofia natural, a vanguarda do pensar ficou sempre aquém do voo de ave para o qual tinha nascido. Foi Kant quem devolveu a integridade e a possibilidade da filosofia ser aquilo para o qual apontava ser.

 

 

Só quando Kant estabelece naquele calhamaço o que é a ciência, é que a filosofia pôde ser o que devia.

 

Então a filosofia pôde ser aquilo para o qual tinha nascido, pôde ser a visão da arte em Aristóteles aplicada à visão da filosofia de fénix renascida. O pensar das possibilidades, o inquirir, o idealismo alemão é aquele deslumbramento que anteviu para lá do seu dia de amanhã, enquanto o idealismo da escola de Lisboa será o da transformação e o da evolução processual para além de qualquer teoria da evolução. Ver-se para além do dia da manhã, é ver-se na visão do absoluto, que encarna em nós e nós encarnamos no absoluto. Passa-se de uma dialética ternária, a uma dialética quaternária. Estabeleces o acordo contigo próprio, és tríade; estabeleces o acordo e a conexão com o divino, fazes despontar a dialética quaternária. No que estabeleces com o divino, tu és tu, tu és ele; ele é ele, e ele és tu. São esses os momentos de avatar.

 

ONTOLIGIA

Do DNA triádico em todas as entidades singulares

Onde se encontra o seu íntimo essencial, a sua espinha com uma primeira coluna basilar da construção de qualquer organismo físico-animal. A estrutura,  a coluna interna que se porta depois Toda a construção carnal,  como tudo o que é singularidade individual na sua escala  de perceção.

  naquele Patamar,  tudo o que é,  é o porque tem esquema interior Que suporta o romper da diversidade que se forma e se acaba por harmonizar num corpo,  essência e complemento.

 tudo o que é é assim construído

 até uma dissertação científica tem um esqueleto interno

 podemos postular assim,  primeiro a pedra na construção Para além da ideia de  abstração.

 uma estrutura ( como na música pop,  um baixo e uma bateria suportam o irromper do Ser,  o irromper de magníficas guitarras e vozes e canções)

 

 primeira grandeza da construção dos organismos singulares -  o círculo,  o binário,  o esqueleto,  o suporte.

 a estrutura,  chamemo-lhe Assim,  na explicação da Constituição do Ser Temos:

 a -  estrutura interna

b -  o complemento da carne,  do que não estava presente no a,  Mas que faz parte da essência trimurity de tudo o que existe.

 a dialética é a realidade e o comunismo era apenas uma atitude perante o não aceitar o estado de certas coisas e certos meios indignos,  vergonhosos da existência humana

 

 a dialética é o esqueleto da realidade física. - Lei postulada

 

A realidade física É constituída por elementos binários,  de suporte,  como um chão,  um lugar,  a materialidade para a existência poder  irromper

 hegel -   a realidade na abstração

 Mas a realidade é outra coisa muito,  muito para além do suporte estrutural

 a realidade é o que é mais definida pelo lado do que está para lá da estrutura base,

 as nossas realidades não são os nossos ossos,  são as nossas caras,  as pessoas que somos em momentos e circunstâncias diversas.

 

 

 

 

A presença da pról que surge da união do dois, dos três dos quatro, e como no lego, monta-se o mundo como estruturas individuis que acabam por terem ordens, elementos e sequencias diferentes, representarem algoritomos mais raros e mais determinantes para .

 

E quando o divino agia sobre os outros dois tornava-se um ser, uma entidade, torna-se um ser, uma entidade.

HI-Q record 4

 

Esses são os momentos da avatar que são possíveis dentro de determinadas condições. Mas isso são as nossas diluações metafísicas. As nossas liberações mais imediatas e magitações e tentativas filosóficas de expurar possibilidades vão mais no sentido de termos práticas e políticas.

 

 

transitoriedade do presente

Sempre esta sensação, que não estou realmente aqui, vou passando por aqui, não tarda nada estou ali, e o aqui, o agora, já lá vai, já passou.

“Tudo passa nada fica, tudo em vão por nós se esvai”

A relatividade absoluta do presente e a sua absurda transitoriedade.

A vida é uma passadeira rolante.

Nunca estamos de facto, efetivamente, num momento, num local, num tempo.  Passamos pelo presente, não estou de facto aqui. Passo por aqui, ora estou aqui, ora estou ali, estou em todo o lado e em lado nenhum. Onde estou eu?

Tudo é um processo, uma viagem que não se fixa num aqui e agora, vai sendo, não é. Tudo é transitório, tudo se transforma, tudo está continuamente a mudar, vai passando, nunca estamos aqui realmente, estamos de passagem, vamos passando.

Quando era novo via passar os dias. Hoje vejo passar as semanas, os meses, os anos.

 

 

 

 


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