domingo, 4 de outubro de 2026

Fragmentos XXI

 





Número 25

Fragmentos XXI

Boletim de Ideias Filosóficas



Revista Opúsculos

“Opúsculos sobre o Fim de Um Mundo”, revista não oficial de poesia, filosofia e religião, lançada em 2007 com a divisa, “esta é a minha verdade conta-me a tua” (desde o número 11 referenciada como “Boletim de Ideias Filosóficas”).

Ilustrada com quadros dos mestres, quadros de novos artistas, promessas desconhecidas, serigrafias, poesias, breves e profundas orações (só nos primeiros números consegui colocar as ilustrações).

Nos primeiros números, pequenos contos, textos, explorando ideias da filosofia. Outros números, foram trabalhos para determinada "cadeira" e que acho que tem validade como tijolo na construção e sistematização de uma tese geral.

Revista feita por alunos e estudantes de filosofia, nas suas páginas, os textos preliminares dos pretendentes na descoberta e edificação de um pensar próprio, revista dos audazes aprendizes, na disciplina de arquitetura da mente.

A revista não quer ser algo pomposo, nem se quer afirmar como detentora de qualquer verdade. Sustem-se na ideia aristotélica de arte na "Poética" aplicada à filosofia (acho que uma certa maneira foi o que Kant fez da filosofia, após o esclarecimento (na "Crítica da Razão Pura”), do que era ciência e de que a filosofia não o podia ser).



Fragmentos XXI - Filosofia das possibilidades


I

Em vez de cooperarmos uns com os outros conseguiram convencer-nos que temos de estar em competição todos contra todos, numa competição tão voraz, numa exigência tão absurda, que temos todos de nos estimular com cafés, com tabaco, com comprimidos, com seja o que for, para conseguirmos em nós o upgrade necessário para nos sentirmos minimamente à altura da luta. Estamos embrenhados numa competição completamente absurda e selvagem que não faz qualquer sentido em termos sociais. Quem tem a P maior? As crianças líderes deste mundo brincam às escondidas e aos jogos do engano. As massas que supostamente deveriam estar elucidadas para escolher os melhores líderes estão completamente deseducadas e limitam-se a escolher aqueles que melhor se sabem vender.

II

Continuamos a rebentar bombas, mas não são bombas, é dinheiro que rebentamos, mais um míssil, mais um milhão, de dinheiro que ainda temos de pagar, guerras a crédito, estrangular as rotas comerciais até arruinar-mos a economia global com dívida, com caos, com colapsos sociais. É isto que temos agora com que julgar esses cavaleiros da armadura reluzente que tomaram conta e subverteram a estrutura do poder nos EUA. Neutralizaram os contra-poderes que estabeleciam o equilibro, colocaram todo o poder da nação nas mãos do presidente. Uma política virada para negócios e lucros próprios, um colocar a desonestidade dos negócios a gerir a coisa social e política, a sua incapacidade resolver as suas próprias trapalhadas, como a guerra no estreito de Ormuz, na sua tendência para o belicismo, para as guerras, para as armas, para o nós vs eles, para a confrontação, para a discórdia em vez das pontes, para a discriminação, para o bullying em vez da humanidade e fraternidade, a competição nacional em vez da cooperação internacional.

III

VM: é mais a ignorância que o desejo a causa do sofrimento humano

PG: o desejo tem por causa a ignorância. Os dois são características ligadas ao ego humano de forma indissociável.

VM: sim, a ignorância é mais abrangente, o desejo é uma forma de ignorância, mas não é apenas essa a forma que causa o sofrimento,

IV

IN THE NAME OF THEIR OWN

Parallel between Nazism and Trumpism, or Trumpism, heir to Nazism.

In the name of their own, anything goes, all atrocities and inhumanities, all violations of laws and contempt for agreements and contracts between countries that allow us to live together, are justified in their eyes.

In common:

Authoritarianism

Warmongering: they are bullying and threatening nations (Greenland, Canada, Venezuela, Cuba, …) and drag us into endless wars, they drag the world into abyss.

No respect for the lives of ordinary citizens of other countries

No respect for the human dignity of people

They did this in the past, it is stamped with blood and horrific deaths of millions on the pages of history, and we are seeing all the signs again today.

V

To arm ourselves to the teeth and return to the law of the Wild West. This is the response from our actual leaders; this is the path they show us. No one has the greatness to solve and fix this.

We can look at this world and thus point out two options: 1) the one mentioned above 2) hold a renewal of votes at the UN with a worldwide referendum for all countries to choose: live under the law of the Wild West or live with an international law, making a definitive rectification of the borders and a new article establishing that from then on any country that militarily attacks another is attacking all the others and itself, and any government of that country loses legitimacy to govern and the country has to go to elections. In this way, the fortunes spent on defense can be directed towards development and sustainability, and national armies will no longer be necessary, with defense being handed over to an international army that will ensure compliance with this pact that can save us.

Perpetual Peace 2.0

To the conflicts of our days, our leaders’ responses are:

Arm ourselves to the teeth by spending what we don´t have and return to the far west law, now with nuclear weapons.

There is an alternative, if we, mankind, are courageous, responsible, adults, mature.

Perpetual Peace 2.0

1) A renewal of vows at the UN (if 80 years ago human beings were adults and responsible with the creation of the UN, but today we no longer recognize ourselves in agreements and contracts signed so long ago, it is time to sit down at the table again and find bridges, sign agreements and commit ourselves again with seriousness and responsibility for the future of the planet and of everyone).

2) In this renewal of vows, a definitive agreement would be established in terms of borders (the countries would sit at the negotiating table and the meetings would not end until we reached a definitive agreement on all borders, establishing once and for all what belonged to one country and what belonged to another.

3) With this definitive agreement regarding borders, an article would be established that would say the following: from now on, any country that attacks another is attacking all the others and itself (if this definitive agreement regarding borders were signed by everyone).

4) The establishment of this article would lead to the creation of a single international army that would guarantee the inviolability of borders (this would lead to the dismantling of national armies and astronomical savings in terms of military spending).

What would be saved in military spending could be money that would be used for global development, for education, health, for energy reform, to give a dignified life to everyone regardless of color, nationality, creed, gender (betting on a great objective, a common goal: human dignity and the preservation and respect for natural life; to end the social and economic castes of alphas, betas, gammas and deltas, to end the poor and have only two classes: the rich and the middle class).

What we need to see is the inner human being, far than nationality, than color, gender, religion, ..., we all human. So, instead fo thinking about the population of France, or USA, or Germany, or China, or ..., let us think about the human population. What to do with the many that can find a loyal nook to live lives with dignity?

What is happening today it's so absurd and makes me so angry and sad. I look at human beings and I come to the conclusion that after all we are nothing more than grown-up children (full of signs of childishness: lies, games, schemes and secret agendas. If we were really adults, mature and responsible we would not need any of this).

VI

A necessidade de um "lord protector" of mankind.

O erro de certos líderes é deixarem-se iludir pelo poder e pensar que este lhes pertence, e que o cargo de rei, um que manda nos outros todos, está sempre ali à espreita de uma oportunidade.

A humanidade nunca poderá ter um rei, ou um imperador, todo o poder nas mãos de um só, a longo prazo, nunca resultou.

Entre a figura de um rei absoluto e a de um primeiro-ministro vai uma grande evolução em termos de governação da coisa pública.

A figura do lord protetor mundial é também num dos aspetos da sua razão de ser, o garante que nunca ninguém vai ultrapassar aquele limiar, um só nunca nos vai governar, ultrapassamos isso e não queremos voltar para trás, o lord protetor é a última defesa contra alguém que queira tiranizar o mundo.

O último escudo contra a tirania de um só. Um lord protetor, que tem como papel principal, avaliar todas as opções e tentativas de resposta para problemas globais, e aquelas soluções que geram 75% de consenso que são as melhores, são adotadas. A democracia global, onde qualquer humano tem um voto. Cinquenta por cento dos votos numa proposta ou resposta a um problema global, leva a que essa proposta ganhe o direito de ser discutida. Se se chega com ela a um nível de consenso mais elevado, então é uma proposta que deve ser adotada.

A figura do lord protetor será o garante do funcionamento deste sistema de escolhas para o futuro por parte da nossa espécie.

A figura do lord protetor é a imagem de um número dois, que gere o reino, torna possível a adoção das escolhas das maiorias qualificadas, das "agoras net mundiais" e garantindo que nunca ninguém, nem ele próprio, se arroja querer, uni persona, decidir os destinos de todos os outros.

VII

O Canada e a Europa como os últimos estandartes de liberdade, democracia, fraternidade universal.

A sebenta daqueles que defendem até ao fim do mundo, o modelo do estado mínimo, a selvajaria da iniciativa privada para resolver a economia, e o argumento das colossais fortunas como colunas que suportam tudo o resto, a sebenta daqueles que pensam que tudo se deve privatizar e transformar em negócio, têm na Europa e no Canada o seu contraditório, um amargo de boca que prova e mostra ao mundo, que viver em sociedades equilibradas é possível.

Tomados todos como uma única espécie, como vão os economistas tratar o problema do excesso de população humana? Ver as coisas nação a nação já não faz sentido! Os fluxos migratórios das últimas décadas provam que o problema da população humana tem de ter uma abordagem em termos gerais referenciada ao globo terreste, uma visão macro no plano de analise e operações.

Cidades nórdicas, cidades modelo. Cidades replicas, cópias das cidades modelo, com o upgrade da autossustentação, e no meio do nada, nos ínfimos locais remotos deste planeta, podem se projetar e construir essas cidades réplica, com uma estrutura de emprego e ocupações definida à partida, e a cidade aceita habitantes até essa rede de empregos e ocupações fique preenchida. Quem quiser pode abandonar a sua cidade, desde que esta esteja na rede das sobre povoadas, e candidatar-se a um lugar numa dessas cidades réplica a ser construida. Um movimento de grande dispersão do ser humano pelo planeta, e a melhoria da saúde das megacidades atuais.

VIII

Tanto ênfase se dá a uma única condição, como se apenas uma condição fosse o protagonista essencial no charco, caldo, evento, processo universal.

Tudo o que dizem que Deus fez, ainda não está feito, está a fazer-se, e cabe ao ser consciente concluir. Cabe-nos a nós, e estamos a esquivarmo-nos (descartar) à nossa responsabilidade principal.

Como espécie e como ser que ultrapassou (adicionou à equação animal a equação racional) o nível primário de existência, cabe-nos a nós como ser consciente, a maior de todas as obrigações: proteger e cuidar das coisas deste mundo (cuidar do mundo). Cabe-nos a nós viver a vida e assumir as responsabilidades e obrigações de sermos o ser com a consciência mais desenvolvida, viver a vida que conhecemos como ser humano, vida humana que representa em si, uma das maiores e mais grandiosas ofertas (presente) que o universo tem para dar.

A única espécie que conseguiu existir a dois níveis (animal e racional), e para lá disso, em certas condições, ao conseguir a simbiose perfeita entre os extremos da sua equação, forçar a manifestação de um terceiro elemento.

Este é o molde primordial de todas as dialéticas. E a dialética é o princípio de toda a vida que tem na sua identidade o desenvolvimento processual.

Dois extremos numa interação correta, leva ao surgimento de um terceiro, à manifestação de uma deidade (um espírito) que unifica os dois que se opõem inicialmente, num processo dialético de progressão e desenvolvimento. No caso humano, a manifestação da divindade, do “espírito santo”.

IX

We pay, every day (with hours, with effort, with fight), and this is what we got?

We pay, day by day, the right to exist.

The free world, born after 1945, is under attack! For there is now a will that wants to take us back to the times when things were ruled by the law of the bigger bully.

They are striking the last stand now, they are striking Europe. The acceptance of the invasion of Ukraine by Russia, and the acceptance that nations can take others territory by force, means stablish an old way forbitten since 1945: We were never want to go back there, when there was no international low. That time was a milestone for mankind, we can never go back and cross that red line, we can never go back to what we were because we all see, and we take the prove, that that way definitely has no viability. That way is no way, that is the way of the interests of nation against nation, instead of the way of cooperation between nations, that is a way to lose all and everything. Back then, we all our skin was in the flesh, revolved by the horror of what had just happened, that we decided, and in that moment, humanity chose by great major, that we will never have it again. We will never take land of another country by force. It was more reason than muscle, that brought us to what we are today. The natural state of Hobbes was unviable way. That is a way that led to the end of all of us.

We pay, and is that what we got?

Business to his greater good, gladiators torn apart at a hi finance freak show, till the last man fights, with no regard for human life. Has animals were, has lands were, has precious stones and rare metals were, we, no high born, we are commodities as well. Like when we took the lands and divided it for business. When we took the animals, the riches, the seas, we take everything as if certain things don´t have a owner already. Through generations after generations, we, like specie,  were raised like that, the strong prevails over the weak. But now we all saw where that way led.

There is a conjure of situations and events that lead to the siege that was put on Europe. Invasions of foreign lands by armies and soldiers, that was one thing that we thought was done for good. To allow this horror to came back to the game again, it is to step down from the leader of evolution, from the higher places we have as specie. It´s a came back, to a moment of us, when we were no better than we are now, it was no better and it was much worse.  Europe and the free world is under attack. War in Ukraine, the expenses with defense astronomic rising, the money used raise debt, lack of liquidity for maintain the social state disrupt the social, and, check, people came to the streets, social instability through several countries in Europe. Where are we going? What freaky kind of a road is this? We learn, with the horror of the holocaust, the mistakes that can never be made: let that kind of people get in charge of the future of all of us.

X

Os humanos são seres dominantes sobre as outras espécies. Dizemos que domesticamos, que somos amigos dos animais, mas toda esta nossa face espelha as relações que fomos construindo com outras espécies.

“O cavalo passou-se para o lado dos humanos” disseram os animais uns aos outros. Submetemos o cão selvagem, a custo da coleira e do pau, disciplinamos aqueles particulares que se tentavam rebelar, metemos os cavalos nas minas, nos barcos, no fundo do mar. Criamos galinhas, coelhos e patos, comercializamos os porcos para nosso gládio, as vacas para nossa substância.

No mundo moderno tudo isso é mercadoria, algo com valor de mercado e com o qual vamos fazer transações, negociar as vidas, fazer os negócios e construir as grandes fortunas. Porque para alguns a graça de deus não é universal, só uns pouco escolhidos a merecem. Mas como se sabe quem são os escolhidos?

Está determinado (implicitamente) na maneira como vivemos a vida nos tempos atuais, que é o fator económico, o sucesso pessoal, a distinção entre pares, que nos garante o ticket para aquele autocarro dos eleitos. Quem estiver melhor na vida em termos económicos, é que mostrou que é merecedor de tal distinção.

Quando vos digo que todos somos eleitos, todos os seres humanos têm dentro de si a semente da divindade, e todos temos também a semente da ruindade. E a maneira como sabemos gerir essas duas avassaladoras forças dentro de nós é que vai determinar quem somos. Eles querem dividir-nos com a cor da pele, com a nacionalidade, com o género, com a religião.

Dividir para reinar, submeter para ser servido, o imenso abismo entre as castas sociais e económicas. Submetemos o mundo natural, assenhoreamo-nos das terras de África e da América, das terras e dos seus recursos naturais.

Dominamos o mundo à nossa volta, mas há uma tempo em temos de entender o estado de natureza de Hobbes, todos contra todos sempre levará para a destruição e para o caos. E aqueles que se afirmam como os guardiões da ordem, são os mesmo que tem na sua génese a direção para estas maneiras de ser: nós contra eles, nacionalismos exacerbados, os nossos interesses particulares acima de acordos de benefício comum.

XI

We pay, and is that what we got?

They divided us, we are afraid of the times, they say only they can protect us, but it´s all just rhetoric for submission.

Only when the problem of the human being will be approached in a way that involves all human beings, only then, can we go forward and free ourselves from this dead end of our times.

When we take all mankind, when we try to solve the problems of our world as one, instead of resolving the problems of one nation by the cost of harming another.

There will be no more migratory fluxes when people feal cared in his own countries. When the world addresses problems in a global way ignoring divisions by borders, race, religion.

Till we still put the principal focus on the race, man against man, nation against nation, we will be always stuck in this loop. Who is the best? What for? For redemption? For salvation? Salvation from what? From ourselves? The only way we can prevail and make this world prevail is with cooperation and with bridges. I know where we came from, an animal that survived by muscle and domain. But now, there is no way for that now. We have change, there is another face of us, maybe the greatest of all. Has a specie, we know what we have done, the horrors of history, and the greed of men. We know what we were, and we know that we don´t want be that way no more.

We learn that we can change, we learn that when we aim for the best of us, we start to become better. We can change, for better or for worse. We become what we choose.

XII

When we feel trapped, and we don´t see nowhere else to go, we are afraid, and from that fear, comes the seduction of the order. Their great plan is to bring instability into societies, and more instability, more fear and cry for order. Next on to the cry for order comes the great pastor, the great savior, and the immaculate state of mind of a circle of demigods, around that divine entity, all the emperors’ regimes come to that. The shiny armor nights, the great pastors and all that crap, all that talk about the one man above all others, with all the demagogy they can get, to sell their lies and their disrupted worlds. For me, I think that our planet will never have peace, as long as we were all rule by one above all others.

XIII

Estamos presos a vanidades, como se nos tivéssemos esquecido que as realizações particulares, tem valor nulo se não significarem nada para o grande absoluto que, em si, tudo contém.

As nossas realizações nada são se não contribuírem em grande para as realizações coletivas. Há coisas, e pessoas, que tem um reflexo, uma influência numa perspetiva global, e coisas que tem influência relativa (dentro de determinado leque circunscrito à sua possibilidade).  

Estamos presos a processos relativos, de influências particulares, e esquecemos muitas vezes os sonhos conjuntos de humanidade.

XIV

Defletor físico da divindade, recetor físico da divindade: a divindade coabita em mim, a divindade age através de mim.

Os seres humanos emancipados, são os olhos e presença projetada do Criador neste mundo.

Dentro de determinadas circunstâncias, cumprido determinado algoritmo, quando estamos na correta conexão, Deus faz de nós seu recetáculo para a manifestação do seu avatar.

Quando estamos na correta conexão, no algoritmo exato, o que satisfaz a necessidade que aquela possibilidade manifesta, para se efetivar.

XV

Olho a Física da LIS e vejo-a à frente deste tempo. Se só eu acreditar, não tem qualquer valor.

A partir da filosofia das possibilidades em Kant irrompeu o projeto do idealismo XXI. Apresenta-se em narrativas escritas sobre antecipações do possível, uma especulação sobre as possibilidades, não uma previsão, não uma profecia, mas uma promessa.

Uma exploração do pensamento, um mastigar da imaginação, numa dimensão quântica, na medida em que a presença da consciência, a exigência de autenticidade da possibilidade/alternativa, dá realidade e valida a existência das coisas.

Tudo parte da possibilidade, as escolhas humanas e animais determinam os acontecimentos.

XVI

Filosofia das possibilidades.

Física das coisas reais (Newton) ≠ Física das possibilidades do real.

A Física dos potenciais, das potências efetivas.

Física alicerçada intencionalmente nas possibilidades efetivas das coisas. Esta é a Física da LIS.

A Escola Idealista de Lisboa - LIS - Idealismo XXI. Realidade ou utopia? Fabula ou poesia? A sua possibilidade, pode ser larga, pode ser estreita, mas tem de ser válida e, sendo válida, nalgum universo alternativo, pela força da sua possibilidade, fez-se real.

XVII

"Eu não sei, se hei de fugir, ou morder o anzol, [sem ti] já não há, nada de novo aqui."

Sem "ti" (a Liberdade, Humanidade, Fraternidade, Contrato Social, Lei Internacional), "já não há nada de novo aqui".

Sem ti, sem Humanidade, voltamos à barbarie animal, à lei do mais forte, voltamos à besta humana.




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